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Qual a nossa tarefa neste momento de guerra?

Ontem, fui a um dos meus pontos de encontro com meus amigos espirituais e forças que me auxiliam, que é a cachoeira aqui da Chácara. Não vou até lá simplesmente para desfrutar daquela energia fabulosa da natureza, ali eu busco mais intimamente a conexão com as forças da Luz e interajo com elas de uma forma muito especial. Tenho estado mediunicamente muito aberto desde que cheguei aqui. Aproveitei esse momento e comentei com Eles a respeito da triste guerra ocorrendo entre Rússia e Ucrânia. Minha questão foi: há algo que podemos fazer para ajudar? A resposta, como sempre, foi inteligente e trouxe um confronto, conosco e nossas obras.

Disseram-me que a guerra é o produto do ódio e medo. O ódio e o medo criam a violência, o confronto na força. Um tentando impor sua razão e direito egoico sobre o outro, sem amor. Pois onde há amor, não existe medo, nem ódio. Há respeito, empatia, tolerância, diálogo, compreensão, fraternidade. Prosseguindo, disseram-me que orações, meditações, pensamentos positivos, podem até ser válidos, desde sejam emanados da forma correta, do contrário, são apenas foco no que está ocorrendo, e tudo o que recebe foco, expande.

Mais do que ficar vibrando algo que nem sempre está ajudando (muito pelo contrário, pois depende de qual perspectiva vibratória a prece ou meditação são feitas), orientaram-me: se a guerra é produto do desamor, medo, ignorância e ausência de fraternidade, a cura está no caminho de praticarem na maior escala vibratória possível exatamente o oposto. Aqueles que guerreiam, estão além das intenções e “emanações” à distância, eles vestiram a vibração e agora executam suas obras. Há intenção somada com ação. Se nós, que queremos ajudar de alguma forma, ainda que com energia, ficarmos apenas nos mantras\orações\meditações (mesmo que tudo isso tenha sua valia) estaremos em desvantagem.

Se quisermos equilibrar essa balança, precisamos ir à prática. É necessário que nossas boas obras sejam a oferta de luz para harmonizar o mundo. Pois a guerra é produto da desarmonia. Ore, medite, envie bons pensamentos, sim! Faça isso se quiser. Mas faça mais, aja. O que você vê na guerra? Desrespeito, desamor, medo, dor, destruição, morte, ausência de fraternidade e empatia? Pois bem, empenhe-se em exercer o oposto disso, aí, onde você está. Seja mais fraterno, amoroso com o seu próximo, paciente, empata, tolerante. Seja a mão de amor estendida que você tanto ora para chegar lá no meio da guerra, aí mesmo, na sua realidade. Não precisa ser lá no outro país, olhe para o lado, tenho certeza de que verá muitos sofrendo, precisando da ajuda que você puder oferecer.

Seja a harmonia e o respeito que você emana para os países em guerra. A melhor forma de ajudar o mundo é sendo nele o que você almeja para ele. Oração é fundamental, porém, orar com fé requer ação. Porque a fé sem obras é morta. Quanto mais notícias de conflitos chegar, quanto mais desarmonia esses homens manifestarem, empenhe-se em SER o oposto do que te choca nisso tudo. Se você vive aquilo que ora, então, sua oração é justa. Como dizem os escritos bíblicos, Deus ouve a oração do justo, ou seja, a prece daquele que vive o que emana é a que tem poder de mover positivamente as situações. Agora, se você está chocado com a guerra, mas não tem sido um agente do bem na construção do amor e da harmonia, respeito e empatia na sua realidade… reflita sobre sua hipocrisia pessoal e mude. É preciso SER o amor tão intensamente quanto os desalinhados se permitem ser e expressar seu desamor. Luz e Bênção!

Vinícius Francis


Sugestão de prece para emanar a paz no lugar da guerra:

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